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História

 
 
 

 

História

 
 
Existindo desde os anos 40 na R. D. Vasco da Gama, em Estremoz, sob o nome Xarepe, Almeida & Companhia, Lda., nesta casa articulava-se a actividade funerária com a venda de artigos religiosos, velas, artigos de drogaria, madeiras, materiais de construção e tintas. Posteriormente, a sociedade desmembrou-se, ficando apenas o Sr. José Filipe de Almeida, a cargo da funerária. Seria o início da “Casa Bony”.


Em 1978, Nuno Álvares Ginga Cordeiro, alentejano natural do concelho de Elvas, funcionário à muito da, então, prestigiada, Agência Funerária Magno, em Lisboa, resolveu estabelecer-se por conta própria e mudou-se com a sua jovem família para Estremoz, iniciando mais uma etapa desta antiquíssima funerária.

Trazendo ideias novas e aplicando novas prácticas, estruturou uma empresa já bem consolidada no concelho de Estremoz. Após o seu falecimento, em Dezembro de 1996, a sua viúva, Vicentina Sánchez Cordeiro, mulher forte e resoluta, resolveu continuar com a funerária, dando-lhe um cariz mais sensível e personalizado.

Em 2001, e por obrigação legal, constituiu-se a sociedade por quotas “A Espanhola – Funerária de Estremoz, Lda”, devendo-se o seu peculiar nome à naturalidade da sua sócia-gerente, de origem espanhola e ao facto de esta ser a única funerária com sede em Estremoz.

Foi em Maio de 2022 que, com grande sofrimento e pesar, viram partir a sua amada gerente, vítima de doença prolongada.

Apesar da sua partida física, a essência da Dª. Vicentina permanece presente!!!

Cabe agora à sua filha Carina e ao seu neto Alfredo, o orgulho e a responsabilidade de honrar o seu legado e avançar para o futuro, confiantes no seu profissionalismo e competência, mantendo a filosofia que sempre caracterizou esta empresa e que a Dª. Vicentina tornou o cunho desta funerária: a de apoio incondicional às famílias enlutadas!